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POR QUE QUASE NINGUÉM CONFIA NOS INSTITUTOS DE PESQUISAS ELEITORAIS BRASILEIROS?

Por Marco Sousa

Manifestações na Avenida Paulista SP (Ano 2016)

Uma simples comparação matemática entre as pesquisas eleitorais e o resultado final das eleições de 2018 denotam que as referidas pesquisas apresentaram números literalmente mentirosos. A fantasia eleitoreira criada por certos institutos de pesquisa foi muito bem utilizada por alguns grupos midiáticos, os quais passaram a fazer oposição clara e aberta contra o futuro presidente da república e ao movimento conservador que renasceu naquele pleito. Aquele modelo de "jornalismo" virou um partido político a céu aberto e ainda hoje tenta enganar as massas. O jornalismo militante alega que o movimento conservador é fascista (mentira descarada) e deseja profundamente a volta dos arrombadores de cofres ao poder.

O modus operandi da imprensa militante fez o jornalismo profissional morrer no Brasil, sufocado pelos interesses políticos e pelas guerras de narrativas produzidas pela cultura marxista, infiltrada na sociedade ocidental e que hoje solapa as bases cultura brasileira. Tem uma coisa do capitalismo que os marxistas adoram: O capital.

Certo ex-ministro do governo petista afirmou que as pesquisas eleitorais eram encomendadas com propina. Segundo o depoimento supracitado a divulgação das pesquisas seguia os interesses do partido que comandava o planalto (► Confira Aqui).

Fora isto as pesquisas eleitorais de 2018 erraram feio, derrapando para fora da curva de forma assombrosa. A candidata petista ao senado por Minas Gerais figurava disparada em primeiro lugar, na pesquisa do IBOPE, uma semana antes das eleições, mas terminou o pleito em quarto lugar (► Confira Aqui).

Por quais motivos o Ibope (uma semana antes do 1º turno da eleição de 2018) apontava o atual governador de Minas Gerais em terceiro lugar com apenas 10% das intenções de votos e os candidatos do PSDB e do PT disparados na frente para disputarem o 2º turno (com 33% e 22% dos votos respectivamente)? (► Confira Aqui). O caro leitor confia mesmo nos institutos de pesquisas?

Talvez a pesquisa eleitoral mais hilária dos últimos vinte anos tenha sido aquela para presidente em 2018 (publicada uma semana antes do primeiro turno) na qual os institutos apontavam que Haddad ou qualquer um dos candidatos daquele pleito derrotariam Jair Bolsonaro no segundo turno. Bolsonaro ganhou de lavada (► Confira o modo zombeteiro como o grupo UOL tratou o tema - ► Confira também o tratamento dado ao mesmo tema pela Revista Veja). De acordo com a matéria da revista o candidato Bolsonaro era na ocasião o mais rejeitado pelos entrevistados, todavia sabe-se hoje que o então candidato do PSL não era rejeitado pelo povo, mas era sim, o mais rejeitado pela imprensa e pelos institutos de pesquisas, talvez pelo fato dele ter se recusado a subornar a grande mídia. Este tipo de político dá bastante prejuízo para quem gosta de dinheiro fácil extraído dos cofres públicos.

Não confio na imprensa brasileira e também não confio nos institutos de pesquisas. Como tenho o direito de descrer em partidos políticos fantasiados de institutos de pesquisa, tenho também a ligeira desconfiança que as pesquisas podem até ser reais, mas creio que poderiam ter sido feitas em lugares inadequados, mirando públicos inadequados em termos de representatividade, mesmo que se alegue que foram feitas em 150 cidades brasileiras nos diferentes estados da federação. Passei a ter esta percepção depois que vi uma polêmica matéria da Globo (► Confira a inusitada constatação do Jornal O Globo). Note que o ambiente descrito na matéria de O Globo daria um outro resultado às eleições de 2018. Creio que o caro leitor poderá constatar estas mesmas percepções e aderir a esta desconfiança, basta fazer uma pesquisa por conta própria, na porta de uma igreja e em seguida a mesma pesquisa na porta de um buteco e comparar os resultados. Certamente o nobre leitor entenderá que o resultado de uma pesquisa eleitoral poderá ser contaminado por diversos fatores, principalmente se ela foi encomendada para fins de manipulação política. Este tipo de manipulação pode meter medo no próprio satã, mas jamais assustaria certos agentes políticos fantasiados de jornalistas dentro da imprensa brasileira.

Se o caro leitor comparar as atuais pesquisas eleitorais (agosto de 2021) com o volume das multidões que se afloram nas ruas quando certo candidato sai para comprar sorvete ou para comer um “espeto de gato” na esquina, ou quando monta na motoca para passear com a galera da sua base, certamente entenderá também que quem confia em pesquisas eleitorais encomendadas pela imprensa militante ou por grupos de interesses políticos está fadado a ser enganado pelas manipulações politiqueiras dos interesses midiáticos não republicanos da última temporada.

Depois disto, como disse certa jornalista, o choro é livre!!!

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Marco Sousa

“Goteje a minha doutrina como a chuva, destile a minha palavra como o orvalho, como chuvisco sobre a erva e como gotas de água sobre a relva”

Deuteronômio 32:2

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